domingo, 25 de abril de 2010

Impressões acerca de uma realidade objetivamente relativa sob o ponto de vista de alguém numa realidade subjetivamente absoluta

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Vai se fuder
Vai tomar no cu
Filhadaputa
Vai pra puta que te pariu
Morra, caralho
Se rasga, explode
Vira merda, apodrece
Acaba, se fode
Fode o seu própio cu
Com a sua própria mão
E depois se fode com seu pé
E depois enfia a cabeça no cu
E grita que é um filho de uma puta
Arregaçado, cagado, demente, escrotizado
Vai chupar a própria pica
E aproveita e chupa o próprio cu
E depois caga na sua boca também
E vê se engasga com a própria bosta
Só pra depois vomitar e comer tudo de novo
E sair gritando pela rua
Que é um filhadaputaviadofilhodeumaéguaarrombadoquechupaaprópriapicaecomeaprópriabosta
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8 comentários:

  1. Concordando com o comentário a cima: eu ri.
    O bom de tudo isso deve ser o 'alívio' no final de um texto tão emotivo. haahahahahaha

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Sem dúvida o distúrbio pscicológico é a sua marca poética.

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  4. Q alívio!

    Leu meus pensamentos... rs....

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  5. Aaaaaaaaaah!
    GENIAL!
    Puta merda, ducaralho mesmo!

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  6. As vezes tenho vontade de gritar isso para as pessoas hehe

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